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Transmissão paralela e transmissão serial


Apresentação
Quando falamos em comunicação de dados e suas transmissões, além de termos que saber em qual meio ele será transmitido, temos que saber de quer forma ele será emitido. Existem apenas duas formas: paralelo e serial.

Não importa se ele será uma comunicação entre dispositivos ou computadores - sempre serão por meio paralelo ou serial.

Transmissão paralela
Elas se caracterizam por utilizar meios físicos com muitas vias de comunicação. Um exemplo onde se pode verificar isso são os antigos cabos de impressora matricial.

A utilização destas várias vias se dá pelo fato de que cada uma delas é responsável pela transmissão de um bit, seja para completar um caractere ou para controle deles. Como geralmente um caractere é formado por 8 bit’s, então são necessários 8 vias para que um caractere seja formado, enviado e recebido. Ele dispara, de uma única, vez 8 bit’s, ou seja, um caractere por pulso.





Mas como você já deve ter percebido, cabos dessa natureza não contem somente as 8 vias de comunicação. Tem vários outros. Eles servem de controle de transmissão e erros. Já trataremos disso com detalhes.

Vemos também esse exemplo muito bem exposto na placa-mãe. Ligando circuitos integrados a outros (como chipset ao processador, por exemplo), estas vias tem um nome diferente: barramento. Cada barramento transmite informações de forma paralela. Isso torna mais rápida a troca de informação entre os devices, principalmente na ponte norte.

Transmissão serial
Este tipo de transmissão, como o nome sugere estando em inglês, se dá em serie - um bit atrás do outro. Para este tipo de transmissão é necessária apenas uma via de transmissão. Vemos isso definido na comunicação do mouse com a placa-mãe. Seus controles de transmissão são na mesma via. As transmissões de redes em cabos UTP, também são transmitidos de forma serial – claro que de maneira diferente.



A maioria das transmissões de dados é feita de forma serial por causa do baixo custos de material e manutenção – alem do alcance poder ser bem maior se comparado ao cabo paralelo que é de 3m, por exemplo.

Al ém de tudo isso, existe o fato da baixa possibilidade de atenuação de sinal por interferência, já que, quanto mais vias existir num cabo, maior a chance de perdemos informação.

Enquanto podemos ter 3m para cabos paralelos, para os seriais, como os cabos de rede UTP CAT5, podemos ter ate 100m ou mais devido o fato de haver uma tecnologia que anula o crosstalk - interferência entre os pares dentro de um cabo, também conhecida como diafonia.

Vias de ondas eletromagnéticas, como redes wireless, por exemplo, terão sempre transmissões seriais, a não ser que hajam vários canais emitindo de forma sincronizada, bits para formação de informações, caracterizando assim uma transmissão paralela. Mas é uma tecnologia mais cara.

Quando pensamos em rapidez e confiabilidade, analisemos então, quem é mais rápido: paralelo ou serial?

Poderíamos afirmar que as transmissões paralelas são no mínimo 8 vezes mais rápidas que a serial, sendo que esta entrega 1 bit é de uma vez, enquanto a serial entrega os bit's em fila. 

Errado!

Além do curto espaço entre pontas no cabo paralelo, há ainda o crosstalk, não podendo ter no cabo, uma freqüência mais alta. Havendo perda de uma única via, não haverá mais entrega de dados - logo mais veremos o porquê.

Com os dados transmitidos de forma serial necessitam de uma única via (duas, contando com o terra), não teríamos problemas com interferência vindo de fontes próximas - com algumas exceções. Cabos UTP CAT5 não podem estar perto de fontes eletromagnéticas como motores, por exemplo.

Correção de erros nas transmissões

CRC - Controle de erros nas transmissões paralelas
Para que haja uma confiabilidade na entrega dos dados das transmissões, e feito uma verificação na entrega dos dados, certificando se os dados são idênticos entre o receptor e o emissor. Caso contrário, o receptor pedirá um reenvio das informações ao emissor.

Existem vários protocolos de verificação. O mais comum é o CRC (Cyclical Redundancy Check - Checagem Cíclica de Redundância), por ser uma variação de um famoso modo chamado Checksum. Seu conceito básico é o seguinte: Quando os dados são enviados, e recebido também pelo receptor, uma soma dos valores dos dados. Se os valores coincidirem, o receptor envia ao emissor uma informação certificando que os dados foram recebidos de maneira correta. A esse dado enviado, damos o nome de ack (Acknowledge - certificado). Caso contrário, o receptor pedirá o reenvio das informações enviando um dado chamado de nack (Not Acknowledge - não certificado). Isso faz com que a transmissão não se complete, havendo um loop infinito de pedidos entre os devices.

Há também, outros modos de detecção de erros por paridade – verificação de erro que leva o mesmo nome. Por exemplo, onde o receptor conta o números de bit's 1 detectando erros caso não sejam pares.

Já nas transmissões seriais, os erros são identificados de outra forma.

Transmissões seriais assíncronas
Caracteriza-se por conter na mesma via, muitos bit's de controle START/STOP a cada caractere transmitido. Se pensarmos bem, cada byte terá 10 bit's, então. A principal vantagem de dispositivos que utilizam esta tecnologia é o preço, por serem bem mais baratos que os transmissores síncronos.

Transmissões seriais síncronas
Como o nome sugere, o conjunto emissor/receptor terá que estar sincronizado. Para tanto, o conjunto terá que estar trabalhando na mesma freqüência. O controle é feito transmitindo-se um bloco de dados que é comparado mantendo sincronizado o conjunto.

Conclusão
Conclui-se que todas as transmissões enviadas/recebidas serão sempre destas formas, sendo variadas apenas os meios físicos e dispositivos.

Vimos também que há vários meios de controlar e corrigir erros nas respectivas transmissões, seja paralela, seja serial. Como os erros podem ocorrer atrapalhando a comunicação entre dispositivos.

Referências
www.mundorpgmaker.com
www.netlinks.com.br
www.wikipédia.org

6 comentários:

Ronaldo disse...

Explicação razoável poderia ser muito melhor.

Anônimo disse...

Como eu estou começando a estudar essa área achei bom a explicação já me ajudou.

Anônimo disse...

A cor de fundo do seu site é uma bosta, não aguentei ler nem por 10 minutos. Quer me deixar cega?

José Francisco de Menezes Jardim disse...

Eu sempre achei que o conteúdo era mais importante do que a cor de fundo do meu blog... Mas você pode copiar e colar no Word, se vc quiser!

Jorge Eduardo disse...

No final, as considerações são boas, deu para entender de uma forma resumida e rápida, servido apenas como uma fonte de consulta e dúvida. Caso queiram uma coisa mais profunda, consultem artigos que explorem o assunto na integra.
Ps. Nada contra, mas mude a cor do fundo, força muito as vistas do leitor.

Anônimo disse...

Tu deve ser oftalmologista para quer ferrar com visão das pessoas e aumentar sua carteira de clientes. Troca esse fundo cor leitão.