A algum tempo, venho lendo sobre os acontecimentos que hão de vir em 2012, segundo os Maias - e agora os cientistas. Vejo que são duas as mais prováveis causas são os eventos solares e a aproximação de Nibiru, um sendo influenciado por outro.
Ultimamente, venho tido provas de que muitos dos fatos, apesar de absurdos, irão acontecer. Uma da que me chamou mais atenção, foi a carta que um político norueguês escreveu e o "cofre de sementes", em Svalbard.
Como o Nibiru, que chamam também de planeta X/Estrela Anã Marrom, vem se aproximando e com força magnética e gravitacional suficiente para mudar o jeito que a terra mantém a vida no planeta. Diz um trecho da carta:
"O planeta X/Estrela Anã Marrom está vindo, e a Noruega começou com o armazenamento de alimentos e de sementes na área de Svalbard e no norte ártico e ao redor de toda Noruega com a ajuda dos EUA e da União Européia. Conservarão somente aquelas pessoas que são da elite do poder e aqueles que podem ser úteis na criação de uma nova civilização: doutores, cientistas, médicos, e assim por diante."
O campo magnético da terra também será afetado, desprotegendo o nosso planeta dos eventos solares que nossa magnetosfera protege, já que o que vem do sol, em sua maioria, é energia magnética. Essa força é capaz de paralisar equipamentos eletrônicos e produzir calor.
Imagino que o que vai acontecer perto destes eventos, estarão de duas naturezas: naturais e humanas. As naturais, com o atrapalho das forças magnéticas e a possível alteração da rotação da terra, irá afetar o movimento das placas tectônicas, criando terremotos e tsunames, inundações e destruição; perda de alimentos e recursos naturais e pertubações no nível humano, ocasionados pela fome, sede e desespero; aumento de doenças, mas, principalmente pertubações civis, como assaltos, saques e qualquer outro ato violento, causado pelo desespero e irracionalidade. O escritor apresenta ainda, uma solução, em meio a capacidade mínima de sobrevivência e sorte de cada um:
"Para aquelas pessoas que podem se salvar a si mesmos eu posso somente dizer para procurar uma terra mais elevada e encontrar cavernas acima nos lugares elevados onde você pode ter um armazenamento de alimento de no mínimo cinco anos com alimento enlatado e armazenar água pura para um mesmo período. Os comprimidos e as roupas que protejam contra radiação solar são igualmente aconselháveis se seu orçamento permitir."
Segue na carta a solução para a "perpetualização da espécie":
"O público não saberá o que acontecerá até próximo do fim porque o governo não quer criar o pânico maciço antes de 2012. Tudo acontecerá quietamente e o governo apenas desaparecerá da superfície."
Enquanto a elite se prepara criando construções subterrâneas, poderíamos fazer como os povos antigos, que, acredito, tiveram uma solução talvez cara para época, mais não impossível para a nossa: a construção de pirâmides, como a dos Egípcios, que acreditavam num deus Sol; a dos Maias, que sabiam muito mais que nós, entre outras civilizações que fizeram construções maravilhosas e imagináveis para época. E hoje, falam até em alienígenas, como a citada na carta do norueguês; diz em outro trecho da carta:
"As marcas da presença alienígena, extraterrestre estão igualmente lá, e eu vejo freqüentemente os políticos noruegueses da elite não dizendo quem eles realmente são. É como se estivessem controlados em cada pensamento, e o que têm que dizer é apenas porque são ditos para fazerem as coisas de tais maneiras. É muito claro para mim quem são, e quem não são. Você pode vê-lo em seus olhos e em suas mentes."
Acredito que uma pirâmide, com proporções colossais, salvariam muita gente dos ventos das explosões solares, além de poder armazenar mantimentos, comida e água.
Por fim, termino com mais um trecho da carta:
"Pela última vez onde eu digo que Deus poderia ajudar-nos a todos… mas Deus não nos ajudará eu sei. Somente cada pessoa individualmente pode fazer diferença para si própria.Acorde, por favor…"
Devaneio ou não, faz sentido...
Boa sorte a todos!
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O conto da Fada-Bebê
Ela olhou para um carinha que estava cruzando seu caminho. Resolveu se aproximar e olhar na sua alma para ver o que havia. O carinha nem percebeu sua presença vindoura, quando de repente, ela chamou-lhe a atenção:
- Ei, qual teu nome, guitarrista?
- João... Mas, por quê?
- Queria ver se você é o que você reflete ser!
- E qual a tua conclusão, docinho?
- Você é obscuro, parece ter uma névoa sobre você... É difícil enxergar-te... Mas parece que, além dessa tua áurea nebulosa, esconde-se uma espécie de criança inocente, que vaga sem destino... Sem objetivo...
- O que te faz pensar isso?
- Algo me diz que você é frustrado com algo...
- Mas o que te faz pensar isso???
- Você carrega essa guitarra como se fosse uma arma, para descarregar balas em alguma coisa...
- Mas o que te faz pensar isso???
- Percebe? Em alguma coisa! – e, ironicamente, ri.
- Cara, você tá viajando!
- Tô não! Tá vendo aquela loja de espelhos?
- Sim, o que tem?
- Venha comigo... Vou te mostrar!
E, curiosamente, acompanhou-a até a tal loja, para ver o que iria acontecer. Ao chegar lá, a menina exclamou:
- Veja...
Ele realmente tentou ver o que ela estava falando. Mas via apenas seu rosto.
O rosto dele estava que parecia que não dormia há alguns dias - realmente muitos dias. Na verdade, ele não dormia faziam dois dias; mas se contássemos numa seqüência intercalada num prazo de duas semanas, ele havia dormido apenas 4. Seus olhos estavam fundos, com umas olheiras acinzentadas.
- O que você busca, guitarreiro? Paz?
O carinha olhou-a nos olhos verdadeiramente pela primeira vez.
- O que você quer saber? Se uso drogas? Uso...
- Não foi isso que te perguntei. Perguntei o que você busca?
- Eu busco é ficar chapado, levemente entorpecido, como dizia Roger – e deu uma risadinha irônica.
- Eu vou te dizer o que você busca, guitarreiro. Você busca vencer uma guerra que não existe, ser herói sem pretexto aparente!
- Você acha que me conhece, filé? Tu me conhece da onde?
- Olhe novamente nos meus olhos, guitarreiro...
Ele tentou. Mas aquela névoa na qual a menina falara a momentos atrás, começou a rodeá-lo, ofuscando-lhe a visão...
- Acho que estou ficando tonto...
- Não, querido, você realmente está se enxergando agora. Consegue ver?
- Ver o que? Acho que não consigo ver nada!
- Olhe aqui, nos meus olhos!
- Vá embora, você está me...
O carinha cai, sua guitarra cai e racha o braço; e ele consegue ver a primeira corda quebrando...
E como se fosse um filme em câmera lenta, ele vê sua mãe morrendo, na sala do parto ao nascer. Os médicos ficam aflitos com o acontecimento e tentam reanimá-la, enquanto a enfermeira o leva para a limpeza. Ele vê uma lágrima cair dos olhos de sua mãe e escuta sua última frase: “Graças a Deus!”.
Ele ouve a segunda corda de sua guitarra quebrar.
E vê seu pai bater na madrasta dele, tirando sangue de seu nariz enquanto ela tenta o proteger por ter quebrado, sem querer, sua garrafa de whisky, 18 anos, caríssima.
E escuta a terceira corda quebrar...
Ele vê-se correndo, fugindo de pessoas que gritavam seu nome dizendo “Ei, filho da puta, volta aqui”. Ouve tiros de uma pistola empunhada por um sujeito todo tatuado. “Vou te pegar para que tu aprenda a não comer a mulher dos outros, tu vai ver”.
A quarta corda se quebra...
Ouve uma criança dizendo: “Papai, me leva para a escola?”. Ele a segura pela mão e diz “Claro, minha filha, vamos, papai te leva!”.
Aos poucos, ele vai acordando. Vê-se rodeado por muitas pessoas e uma mulher dando-lhe tapinhas no rosto dizendo “Acorda, você está bem?”. Ele olha fixamente para os olhos da mulher e diz que sim. E ainda deitado, ele olha para sua guitarra. Vê que a menina ainda segura a sua guitarra. E ela quebra a quinta corda, dizendo:
- Vc entendeu o que eu quis dizer? Agora vc tem apenas mais uma corda...
Ele com um olhar inexplicável diz:
- Deixe a sexta corda. Farei dela a última chance de perdoar a mim mesmo por não enxergar que posso fazer meu futuro sem tropeçar no passado...
- Estarei te vigiando... Se precisar de ajuda, feche os olhos e peça serenidade e sabedoria a Deus. Ele vai te entender...
Ele estica a mão em direção a menina que, aos poucos, parece virar um bebê, cria asas e voa, olhando-o nos olhos, sem desviar o seu mirar.
A mulher que o socorria olhava em direção a onde ele olhava e apontava e nada via, perguntando o que ele estava acontecendo. Ele dizia que vira uma fada quebrando as cordas de sua guitarra. A mulher riu, dizendo: “Você tá é chapado! Devia ter te deixado aí mesmo, pra tu deixa de tirar uma com a cara dos outros”. Todos os que o rodeavam, ficaram chateados (e frustrados) deixando o local com os mesmos pensamentos da atenciosa mulher que o atendera, preocupada. Ele se levanta. Bate a roupa para tirar a poeira e sujeira que empreguinava-lhe a roupa, recuperando-se levemente do acontecido. Ele se levanta, vai até a guitarra e vê que sobrou apenas uma corda: a Dó.
José Francisco Jardim
05/08/2010
A placa-Mãe - Pt2: Transmissão e barramentos
A transmissão de dados: paralelo e serial
Transmissão paralela
Elas se caracterizam por utilizar meios físicos com muitas vias de comunicação. Um exemplo onde se pode verificar isso são os antigos cabos de impressora matricial.
A utilização destas várias vias se dá pelo fato de que cada uma delas é responsável pela transmissão de um bit, seja para completar um caractere ou para controle deles. Como geralmente um caractere é formado por 8 bit’s, então são necessários 8 vias para que um caractere seja formado, enviado e recebido. Ele dispara, de uma única, vez 8 bit’s, ou seja, um caractere por pulso.
Mas como você já deve ter percebido, cabos dessa natureza não contem somente as 8 vias de comunicação. Tem vários outros. Eles servem de controle de transmissão e erros.
Vemos também esse exemplo muito bem exposto na placa-mãe. Ligando circuitos integrados a outros (como chipset ao processador, por exemplo), estas vias tem um nome diferente: barramento. Cada barramento transmite informações de forma paralela. Isso torna mais rápida a troca de informação entre os devices, principalmente na ponte norte.
Transmissão serial
Este tipo de transmissão, como o nome sugere estando em inglês, se dá em serie - um bit atrás do outro. Para este tipo de transmissão é necessária apenas uma via de transmissão. Vemos isso definido na comunicação do mouse com a placa-mãe. Seus controles de transmissão são na mesma via.
A maioria das transmissões de dados é feita de forma serial por causa do baixo custos de material e manutenção – alem do alcance poder ser bem maior se comparado ao cabo paralelo que é de 3m, por exemplo.
Além de tudo isso, existe o fato da baixa possibilidade de atenuação de sinal por interferência, já que, quanto mais vias existir num cabo, maior a chance de perdemos informação.
Enquanto podemos ter 3m para cabos paralelos, para os seriais, como os cabos de rede UTP CAT5, podemos ter ate 100m ou mais devido o fato de haver uma tecnologia que anula o crosstalk - interferência entre os pares dentro de um cabo, também conhecida como diafonia.
Vias de ondas eletromagnéticas, como redes wireless, por exemplo, terão sempre transmissões seriais, a não ser que hajam vários canais emitindo de forma sincronizada, bits para formação de informações, caracterizando assim uma transmissão paralela. Mas é uma tecnologia mais cara.
Quando pensamos em rapidez e confiabilidade, analisemos então, quem é mais rápido: paralelo ou serial?
Poderíamos afirmar que as transmissões paralelas são no mínimo 8 vezes mais rápidas que a serial, sendo que esta entrega 1 bit é de uma vez, enquanto a serial entrega os bit's em fila.
Errado!
Além do curto espaço entre pontas no cabo paralelo, há ainda o crosstalk, não podendo ter no cabo, uma freqüência mais alta. Havendo perda de uma única via, não haverá mais entrega de dados.
Com os dados transmitidos de forma serial necessitam de uma única via (duas, contando com o terra), só teríamos problemas com interferência vindo de fontes próximas.
Porta serial
A interface serial ou porta serial, também conhecida como DE9 é uma porta de comunicação utilizada para conectar modems, mouses, algumas impressoras, scanners e outros equipamentos de hardware. Na interface serial, os bits são transferidos em fila, ou seja, um bit de dados de cada vez. Também é conhecido como DB9 e está atrelada às portas de comunicação COM1 e COM2.
Porta paralela
A porta paralela é uma interface de comunicação entre um computador e um periférico. Quando a IBM criou seu primeiro PC ("Personal Computer" ou "Computador Pessoal"), a idéia era conectar a essa porta a uma impressora, mas atualmente, são vários os periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar e receber dados para o computador (exemplos: scanners, câmeras de vídeo, unidade de disco removível entre outros). Também conecida como DB25 e está atrelada à porta de comunicação LPT, quando uma impressora está instalada.
Universal Serial Bus
A USB é um tipo de conexão "ligar e usar" que permite a conexão de periféricos sem a necessidade de desligar o computador.
Ainda, foi projetado de maneira que possam ser ligados vários periféricos pelo mesmo canal. Assim, mediante uma topologia em árvore, é possível ligar até 127 dispositivos a uma única porta do computador, utilizando, para a derivação, hubs especialmente concebidos, ou se por exemplo as impressoras ou outro periféricos existentes hoje tivessem uma entrada e saida usb, poderíamos ligar estes como uma corrente de até 127 dispositivos, um ligado ao outro, os quais o computador gerenciaria sem nenhum problema, levando em conta o tráfego requerido e velocidade das informação solicitadas pelo sistema
Porta infravermelha IrDA - Infrared Data Association
Tipo de barramento que permite a conexão de dispositivos sem fio ao microcomputador (ou equipamento com tecnologia apropriada), tais como impressoras, telefones celulares, notebooks e PDAs.
A transferência é feita na forma de pacotes de dados enviados sequencialmente (serial). A comunicação via emissão infravermelha precisa de uma porta de emissão e outra de recepção.A distância máxima pode variar em função do dispositivo, atualmente existem redes Wireless com hub infravermelho, mas pode-se generalizar dizendo que a distância máxima para emissão ou recepção do sinal está em torno de 4,5 m. Existem mouses, teclados scanners, impressoras, relógios, videogames, calculadoras e redes, entre outros dispositivos que podem transmitir dados via “Infrared”.
Porta Bluetooth
Bluetooth é uma especificação industrial para áreas de redes pessoais sem fio (Wireless personal area networks – PANs). O Bluetooth provê uma maneira de conectar e trocar informações entre dispositivos como telefones celulares, notebooks, computadores, impressoras, câmeras digitais e consoles de videogames digitais através de uma frequência de rádio de curto alcance globalmente não licenciada e segura.
É um protocolo padrão de comunicação primariamente projetado para baixo consumo de energia com baixo alcance, (dependendo da potência: 1 metro, 10 metros, 100 metros) baseado em microchips transmissores de baixo custo em cada dispositivo.
O Bluetooth possibilita a comunicação desses dispositivos uns com os outros quando estão dentro do raio de alcance. Os dispositivos usam um sistema de comunicação via rádio, por isso não necessitam estar na linha de visão um do outro, e podem estar até em outros ambientes, contanto que a transmissão recebida seja suficientemente potente.
Classe | Alcance (Aproximadamente) |
Classe 1 | 100 metros |
Classe 2 | 10 metros |
Classe 3 | 1 metro |
IRQ e DMA – informação mais rápida
Hoje, graças às conexões em Plug’n’Play, não é mais necessária a configuração de acesso e pedidos do computador. Mas em raros casos, é importante termos estes conhecimentos para que saibamos aplicar em determinadas tarefas, como o de conexão de periféricos antigos, por exemplo.
DMA – Direct Acces Memory
O Acesso Direto a Memória é muito importante no desempenho dos devices e cada um deles, possue um endereço para isso. É uma maneira que os dispositivos tem, para não dependerem do processador para que eles acessem a memória. Antigamente, que determinada e endereçava era o processador, ocupando-o e fazendo perder tempo.
O DMA é uma característica essencial dos computadores modernos. Normalmente o único componente que acessa a memória RAM da máquina é o processador. O recurso DMA permite que outros componentes também acessem a memória RAM diretamente, como discos rígidos, o que aumenta o desempenho na transferência de grande quantidade de dados. De outra maneira, a CPU teria que copiar todos os dados da fonte até o destino. Isto é tipicamente mais lento do que copiar blocos de dados dentro da memória, já que o acesso a dispositivo de I/O através de barramentos periféricos é mais lento que a RAM. Durante a cópia dos dados a CPU ficaria indisponível para outras tarefas.
Uma transferência por DMA essencialmente copia um bloco de memória de um dispositivo para outro. A CPU inicia a transferência, mas não executa a transferência.
Endereços:
DMA 0 | Livre |
DMA 1 | Livre (default para placas de som) |
DMA 2 | Controlador do floppy |
DMA 3 | Livre (ou ECP para LPT1) |
DMA 4 | Entrada de cascateamento |
DMA 5 | Livre |
DMA 6 | Livre |
DMA 7 | Livre |
IRQ – Os pedidos de interrupção
Um pedido de interrupção (abreviação IRQ (em inglês)) é a forma pela qual componentes de hardware requisitam tempo computacional da CPU. Um IRQ é a sinalização de um pedido de interrupção de hardware.
Pense na interrupção como uma campainha que a placa aperta sempre que precisa da atenção do processador. Como o processador deve saber imediatamente quem chamou sua atenção, sem sair perguntando "foi você?" a todos os dispositivos, cada dispositivo precisa usar uma "campainha" diferente.
Hoje, o processador só consulta um dispositivo se receber uma solicitação deste último. Para isso, existem cerca de 16 linhas de interrupção nos Pcs atuais. O teclado, por exemplo, usa a interrupção 1.
IRQ1 = teclado |
IRQ3 = COM2 e COM4 |
IRQ4 = COM1 e COM3 |
IRQ9 = amarrada ao IRQ2 |
IRQ10 = indefinido |
IRQ11 = indefinido |
O controlador IDE e seus dispositivos mais comuns
Acrônimo de Integrated Drive Eletrônics ( Eletrônica de Drive Integrado), o dispositivo foi criado pela Western Digital a pedido da Compaq em 1986.
Embora padronizações tenham tido a designação ATA desde sempre, o mercado inicial divulgou a tecnologia como IDE. Estas designações foramm meramente comerciais e não de padrões oficiais, estes termos aparecem muitas vezes ao mesmo tempo: IDE e ATA. Com a introdução do Serial ATA em 2003, esta configuração foi renomeada para Parallel ATA (ou PATA, Paralelo ATA) referindo-se ao método como os dados eram transferidos pelos cabos desta interface.
A interface fora projetada inicialmente apenas para conectar discos rígidos; mas com a chegada de outros tipos de dispositivos de armazenamento — nomeadamente os de disco removível, como drives de CD-ROM, tape drives, e drives disquetes de grande capacidade, como as ZIP.
Hoje, a controladora IDE é OnBoard. São duas saídas de interface: uma primária, que pode conter dois dispositivos (um device em MASTER e outro em SLAVE) e outro secundário, que também pode conter outros dois dispositivos (MASTER e SLAVE, como na interface primária). Podem ser encaixados no mesmo computador, 4 HDs, por exemplo – sendo dois Hds na interface IDE primária (um em MASTER e outro em SLAVE) e mais dois Hds na interface IDE secundária (na mesma forma, um em MASTER e outro dispositivo em SLAVE). Podem ser váriados os layouts de dispositivos ATA, desde que obedeçam os limites de devices por interface e sua configuração MASTER\SLAVE.
A configuração destes devices (Drives de HD ou CD\DVD) será feita no próprio dispositivo através de JUMPERS posicionados entre a entrada da interface IDE e os cabos de força do dispositivos. O jeito de como será configurado, estará impressa no dispositivo.
Quanto ao cabo que liga o dispositivo à placa-mãe, chama-se FlatCable, que possue 3 conectores: um para a saída da interface na placa-mãe e outros 2 para as entradas da interface nos dispositivos, possibilitando assim, a conexão de dois devices no cabo. É válido tanto para a interface primária, quanto para a interface secundária. Existem 2 tipos, que são classificados pela quantidade de vias: a de 40 vias e a de 80 vias.
Apesar da interface IDE possuir apenas 40 contatos, os cabos de 80 dias são conectados na mesma interface. A diferença é que para cada via de transmissão de dados existe um terra. Isso evita a interferencia entre eles, devido a frequencia disponível hoje em dia. Nos HDs mais antigos, não se faz necessário o uso destes cabos, devido a lenta taxa de transmissão dos devices.
Os drives de disquetes
Há também, uma saída de interface para conexão de drives de disquetes, chamado Floppy. Podem ser dois dispositivos de disquete e sua distinção será feita pelo cabo, não pelo dispositivo, como nos HDs. Na ponta superior do cabo, existe uma parte que é visivelmente invertida.
Assim como nos FlatCables dos HD, o cabo que liga os drives de disquetes tem uma característica parecida com a dos ATA, por ser flat (achatado).
CURIOSIDADE
O Intel 8253/8254 é um chip temporizador de intervalo programável usado para execução de funções de contagem e cronometragem, encontrado em todos os PCs x86. Hoje em dia ele não é mais propriamente um chip.
O temporizador tem três contadores, chamados canais. Cada canal pode ser programado para operar de seis modos. Uma vez programado, os canais podem executar suas tarefas independentemente. O temporizador é geralmente designado para a IRQ0 (interrupção de hardware de mais alta prioridade) por causa da função crítica que ele realiza e porque muitos outros dispositivos dependem dele.
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